quarta-feira, 10 de abril de 2013

REGRAS DA ABNT


E. E. PROFESSOR WOLNY CARVALHO RAMOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REGRAS PARA A FORMATACÃO
DE TRABALHO


 

 

Professor Bruno Uesso Martins
Arte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2013

I. FORMATAÇÃO

 

1.1. FORMATO E IMPRESSÃO: os trabalhos deverão ser digitados em computador, impressos em formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm). Ficam à escolha do aluno a cor e a gramatura do papel. 

 

1.2. DIGITAÇÃO

 

a)   fontes e espaçamento: tipo de fonte: Arial ou Times New Roman; Corpo da fonte do texto (tamanho da letra): Títulos: 12 (em negrito, em caixa alta[1]); Subtítulos: 12 (em negrito, caixa alta e baixa[2]); Corpo do texto: 12; Citações com mais de três linhas: 10; Indicação do número da página: 10; Cabeçalho e rodapé: 10; Notas de rodapé e legendas: 10. Entre linhas: 1,5 para o corpo do texto e 1,0 para notas de rodapé.

 

b)  margens: superior e esquerda: 3 cm; inferior e direita: 2 cm; Citações longas (acima de 3 linhas) devem ser recuadas 4 cm a partir da margem esquerda do texto.

 

c)   capa: todas as informações da capa devem ser digitadas em tamanho 12 e centralizadas: nome da instituição (letras maiúsculas, próximo à margem superior); título do projeto (letras maiúsculas, no meio da página, em negrito); nome(s) do(s) autor(es), nome do curso (letras maiúsculas e minúsculas, meio da página) e ano (próximo à margem inferior da folha).

 

d)  folha de rosto: seguir o mesmo padrão da capa, acrescentando: natureza e objetivo do projeto e nome do orientador (letras maiúsculas e minúsculas, tamanho 12, alinhada à margem direita, a 8 cm da margem esquerda) e ano (letras minúsculas, tamanho 12, margem inferior, centralizado).

 

e)   texto expositivo: a apresentação do texto expositivo deverá seguir o padrão justificado, respeitando sempre o uso dos parágrafos (2 cm). Todo início de capítulo deverá ocupar uma nova página. 

 

f)    títulos e subtítulos: títulos e subtítulos devem ser numerados, de acordo com o apresentado no sumário do trabalho. Para os títulos - letras maiúsculas, em negrito; Para subtítulos – letras maiúsculas e minúsculas, em negrito. 

 

g)  termos em língua estrangeira: utilizar a mesma fonte do texto, em itálico. Ex.:

vintage; vernissage; trompe l’oeil, close-up, Pop art, Graphic Novel.

 

h)  títulos de obras (obras de arte, publicações, nomes de programas etc): utilizar a mesma fonte do texto, em itálico observando o uso de maiúsculas e minúsculas. Ex.:

Guernica; Casa Grande, Senzala; O Universo da Arte; Castelo Ra-tim-bum.

 

i)    numeração das páginas: a paginação deverá ser contada sequencialmente a partir da folha de rosto, mas numerada a partir do início do texto expositivo (ou seja, capa, folha de rosto e resumo terão a numeração oculta). A numeração das páginas deverá ser colocada em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, em corpo 10, seguindo a mesma fonte escolhida para o texto. A primeira página a ser numerada é a Introdução. Apêndices e Anexos serão numerados de forma contínua, dando sequência à paginação do texto.

 

j)    legendas de figuras: as imagens do trabalho deverão apresentar boa definição para se obter uma comunicação eficiente e uma impressão de boa qualidade. Todas as imagens do trabalho deverão ser acompanhadas de numeração em sequência, legendadas e fontes consultadas. Cada legenda deverá apresentar o número da imagem no trabalho (Ex.: Fig. 01, Fig. 02 etc.), seguida de título e informações a respeito da imagem. Em caso de reproduções de obras de arte, deve ser apresentada a ficha técnica da obra[3]. Em caso de fotografias não artísticas, que registrem locais ou situações, elaborar legenda explicativa. Exemplos:

 

 

 

 

 

    

 

Fig. 01 - PABLO PICASSO, Guernica, 1937, óleo sobre tela, 350 x 782cm, Centro de Artes Reina Sofia, Madri.

Fonte: http://picasaweb.google.com/lh/photo/o5XnmWddKT4n2ZIiRqK7TQ

 

 

Figura 02 – Alunos desenham originais em aula no Museu de Zoologia da USP – São Paulo.

O contato com originais de diferentes naturezas pode tornar o estudo das proporções bastante enriquecedor. Fonte: acervo M.J. Spiteri

 

1.3 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES 

 

A citação refere-se à transcrição literal ou não-literal de um pensamento expresso em um texto ou em uma comunicação oral. Devem complementar o texto em desenvolvimento ou ainda trazer um aspecto a ser discutido. Os trechos citados não devem ficar avulsos, é fundamental que sejam comentados na sequência do texto.

Podem ser realizadas de forma direta ou indireta. Chamamos de citação direta quando transcrevemos literalmente as palavras do trecho original e citação indireta quando descrevemos com nossas palavras as ideias do autor em questão. Em ambos os casos devem ser apresentadas as referências consultadas, de acordo com as normas da ABNT.

Todos os materiais citados ao longo do trabalho devem constar nas referências (Vide item 2.3 deste manual). 

Há dois sistemas para citações: o sistema autor-data e o sistema numérico. No PEC, utilizamos o sistema autor-data (Harvard), onde apresentamos o sobrenome do autor, a data de publicação do material e a(s) página(s) em que se encontra o trecho citado. 

Nos exemplos a seguir utilizamos um mesmo trecho extraído do livro cenário da Arquitetura da Arte, de Sonia Salcedo Del Castillo[4] e o apresentamos diferentes formas de citá-lo.

 

§  Citação direta com mais de 3 linhas: o trecho, transcrito na íntegra, é apresentado em corpo 10, recuado 4cm em relação à margem esquerda do texto e as referências são colocadas no final da citação, entre parênteses (SOBRENOME DO AUTOR, ano de publicação, número da página).

 

Exemplo

Sabemos que a partir do racionalismo a parede branca tornou-se a fórmula ideal para não provocar interferências sobre as obras. No entanto, nos últimos anos, apesar de sua reconhecida neutralidade, outras soluções foram apontadas devido à monumentalidade imposta aos superespaços, ora transformados, ora criados. (CASTILHO, 2008, p. 287)

 

§  Citação direta com menos de 3 linhas: o trecho, transcrito na íntegra em corpo 12, é incorporado ao discurso. Neste caso o sobrenome do autor é citado, seguido pelas referências. A citação surge aqui entre aspas, após o nome do autor e as referências (o ano de publicação e página) estão entre parênteses. As supressões devem ser indicadas pelo uso de colchetes. De acordo com a redação, as referências podem colocadas no final da citação, entre parênteses (SOBRENOME DO AUTOR, ano de publicação, número da página)

 Exemplo 1

Segundo Castilho (2008, p. 287) “[...] a partir do racionalismo a parede branca tornou-se a fórmula ideal para não provocar interferências sobre as obras.[...]”, porém nas últimas décadas essa postura vem sendo revista quando se trata de espaços expositivos.

 

Exemplo 2

Embora a museografia contemporânea admita o uso dos mais diversos recursos como ambientações (por vezes quase cenográficas), é importante lembrar que “[...] a partir do racionalismo a parede branca tornou-se a fórmula ideal para não provocar interferências sobre as obras.[...]” (CASTILHO, 2008, p. 283).

 

 

§  Trechos traduzidos pelo autor[5]: para o caso de se utilizar um texto em língua estrangeira é possível apresentar uma tradução do mesmo realizada pelo pesquisador, desde que devidamente identificada e acompanhada da observação “tradução nossa”  

 

Exemplo

 

O conteúdo de uma pintura abstrata é aquele intangível conjunto de pensamentos e emoções colocado ali pelo artista que – em uma situação ideal – pode ser transmitido a um observador interessado (HELLER, 2002, p. 15 tradução nossa).  

  

§  Citação indireta: neste caso, as idéias do autor estudado são apresentadas com as nossas próprias palavras, no entanto é obrigatório citar a fonte consultada. Neste caso a indicação da página consultada é opcional.

 

Exemplo 

 

Nas últimas décadas os espaços expositivos para obras de arte vêm passando por muitas transformações, inclusive em razão das proporções que as exposições de arte vêm assumindo. Se em épocas passadas a neutralidade das paredes brancas era considerada ideal para se exibir uma obra, hoje outras soluções passam a ser admitidas (CASTILHO, 2008). 

 

§  Citação de citação: Em alguns casos citamos um trecho de um autor que está citado em uma outra publicação, ou seja, não consultamos a fonte original. Para tais situações utiliza-se a o termo latino apud, que significa “citado por”.  No exemplo abaixo o autor utilizou um pensamento de Kossoy que havia sido citado em um texto de Tavares.

 

Exemplo

“A imagem fotográfica é o que resta do acontecido, fragmento congelado de uma realidade [...]” (KOSSOY apud TAVARES, 2004, p. 73).

 

§  Citações extraídas da internet

 

Cabem aqui três casos específicos

 

a)    Artigo ou texto retirado da internet: caso se desconheça se o artigo foi publicado em mídia impressa, apresenta-se sobrenome e nome do autor, título e o endereço eletrônico (entre os sinais < >), precedido da expressão [em:] e a data de acesso (dia, mês e ano).

 

Exemplo

 

Portanto os jesuítas não criaram um estilo novo de arte, mas o barroco, primeiro grande estilo internacional adaptou-se desde as terras orientais para onde fora Francisco Xavier até terras americanas de Manoel da Nóbrega, ambos com permissão de d. João III, rei de Portugal. Isso quando ainda os inacianos ensaiavam seus primeiros ensinamentos para um século depois estarem aconselhando praticamente todas as corte católicas da Europa. (TIRAPELI, Percival. As Missões Jesuíticas no Cone Sul. em: <http://www.tirapeli.pro.br/artigos/artigos.htm>  acesso em 03 fev. 2012)

 

b)   Texto publicado em papel e disponibilizado na internet: caso o texto tenha sido publicado em mídia impressa indica-se a referência da publicação original seguida do termo “disponível em”, endereço eletrônico entre <  >, e, por último, a data de acesso (pois a página pode mudar).

 

 

Exemplo

Da vinda de Lasar Segall, com a introdução das artes ditas modernas no Brasil, ao Grupo Paulista Casa 7, o Brasil tem uma ampla tradição de diálogo com a Europa no século XX. Se o pintor nascido na Lituânia teve atuação importante nos primeiros anos do modernismo, trazendo o expressionismo ao país, os jovens artistas plásticos paulistas da década de 1980 não só absorvem as tendências internacionais como exportam a sua arte. (TIRAPELI, P. ; DAMBROSIO, O. . A internacionalização da arte paulista : a construção dos ismos na cidade. In: AICA Congress São Paulo :

SESC            SP,      2007.    v.         1.         p.         497-526.                       Disponível        em:

<http://www.tirapeli.pro.br/artigos/artigos.htm> acesso em 03 fev. 2012)

 

 

 

c) Para textos sem autoria utiliza-se como referência o próprio site.

 

 

Exemplo

O termo sítio específico faz menção a obras criadas de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. Trata-se, em geral, de trabalhos planejados - muitas vezes fruto de convites - em local certo, em que os elementos esculturais dialogam com o meio circundante, para o qual a obra é elaborada. Nesse sentido, a noção de site specific liga-se à idéia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço - incorporando-o à obra e/ou transformando-o -, seja ele o espaço da galeria, o ambiente natural ou áreas urbanas.

( em:<http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?f useaction=termos_texto&cd_verbete=5419&lst_palavras=&cd_idioma=2855 5&cd_item=8> acesso em 03 fev. 2012) 

 

 

 

As referências de endereços eletrônicos podem também ser apresentadas em nota de rodapé.

 

 

 

§ Para outros casos, sugere-se consultar diretamente a NBR 10520, Norma Brasileira publicada pela ABNT em 2002.

 

1.4  APRESENTAÇÃO DE REFERÊNCIAS

 

Ao final do texto expositivo devem ser apresentadas as referências completas de todos os materiais que serviram de referência e que foram citados no texto. As referências devem ser em organizadas por tipo (livros, sites, DVDs...) e em ordem alfabética por sobrenome de autor.

Indicamos aqui algumas orientações para a apresentação de referências. Os casos aqui apontados são alguns dos mais frequentes, todavia, havendo dúvidas, deve-se consultar a normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). 

 

a) Livros

A estrutura básica para a apresentação de referências de livros é:

 

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do Livro. Cidade em que foi publicado:

Editora, ano da publicação.

 

Exemplo: 

KRAUSS, Rosalind E.. Caminhos da escultura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

 

§  Reedição de livro

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do Livro. Numero da edição. Cidade em que foi publicado: Editora, ano da publicação.

 

Exemplo:

ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual – uma psicologia da visão criadora. 8ª. ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

 

§  Um livro com dois autores 

Apresentar os dois nomes (indicados pelos sobrenomes), separados por ponto e vírgula.

 

 

 

Exemplo:

VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica.

Campinas: Papirus, 1994.

 

§  Capítulos de Livros

SOBRENOME, Nome do autor. Título do capítulo. In: SOBRENOME do organizador, iniciais do(s) pré-nome(s). Título da obra. Cidade em que foi publicado: Editora: ano da publicação. páginas inicial e final.

 

Exemplo:

ALMEIDA, Claudia Zamboni de. As relações arte/tecnologia no ensino da arte. In: PILLAR, A. D. (org.). A Educação do olhar no ensino das artes. 2ª. ed.

Porto Alegre: Mediação,1999. p. 72-84.

 

b)  Artigo de Revista

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do Artigo. Nome do Periódico. Editora, Cidade em que foi publicado, volume, número, página inicial-final, mês.ano da publicação.

 

Exemplo:

SIMÕES, Alessandra. Fotografia – realidades manipuladas. Fundação Bienal de São Paulo. Revista Bien’Art, São Paulo, n. 17, p. 34-39, 2006.

 

Caso a matéria não seja assinada, apresentar as referências a partir do título do artigo, sendo a primeira palavra do título em maiúsculas. O mesmo se aplica a artigos de jornais impressos ou publicados em meio eletrônico (internet).

 

Exemplo: 

AS MULATAS e os Brasis de Di Cavalcanti. A & D. Editora Abril, São Paulo, n.

212, p. 26, set. 1997.

 

 

 

 

c)     Artigo de Jornal

 

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do Artigo. Nome do Periódico, Cidade em que foi publicado, dia mês. Ano, caderno, página inicial-final.

 

Exemplo: 

MARTI, Silas. MASP vai do Modernismo à Arte Contemporânea. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 fev.2008, Ilustrada, E4.

d)     Tese ou Dissertação

SOBRENOME, Nome do autor. Título. tipo (grau) - instituição de defesa, cidade, ano.

 

Exemplo:

PASSOS, Maria José Spiteri Tavolaro. A poética visual no processo criativo de Antonio Lizárraga: Quadrados em Quadrados. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista - UNESP, São Paulo, 1999.

 

e)     Artigo, matéria ou reportagem publicado na Internet[6]

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do Artigo. Nome do Periódico. Cidade em que foi publicado (se houver), mês, ano. Seção, volume, número. Disponível em:

<http://endereço>. Acesso em: dia mês. ano.

 

 

 

Exemplo: 

IKEDA, Marcelo. Do MAM ao emule: as transformações do acesso a filmes e o cinema contemporâneo. Etcetera: revista eletrônica de arte e cultura. Verão, 2008. Sessão Cinema, n. 22. Disponível em: 

<http://www.revistaetcetera.com.br/22/marcelo_ikeda/index.html>. Acesso em:

29 jan. 2009.

 

 

f)  Imagens em Movimento (filmes e vídeos)

Este tópico inclui filmes, fitas de vídeo, DVD e outros. 

TÍTULO: subtítulo (se houver). Créditos (diretor, produtor, elenco relevante, roteirista e outros). Local: Produtora, ano. especificação do tipo de suporte em unidades físicas (fita de vídeo, DVD CDROM), (tempo de duração), color/pb. 

 

Exemplo:

BLADE RUNNER. Direção de Ridley Scott. Produção de Michael Deeley. Intérpretes HarrisonFord, Hutger Hauer, Sean Yang e outros. Roteiro: Hampton Fancher e David Peaples. Música: Vangelis. Los Angeles. EUA: Warner Brothers, 1991. 1 DVD  (117 min), color.

 

 



[1] Caixa alta: Letras maiúsculas.
[2] Caixa baixa: Letras minúsculas.
[3] AUTOR, título (quando não existir deve-se atribuir uma denominação [Sem Título], entre colchetes), data e características físicas (especificação do suporte e dimensão), local onde se encontra.
 
[4] CASTILLO, Sonia Salcedo del. Cenário da Arquitetura de Arte: montagens e espaços de exposições. São Paulo: Martins, 2008.
[5] Trecho extraído de HELLER, Nancy G. Why a painting is like a pizza: a guide to understanding and enjoying modern art. Princeton: Princeton University Press, 2002.
[6] A Internet nem sempre é uma fonte confiável de informações. Somente devem ser utilizadas fontes cuja autoria seja orientada e confiável, seja ela institucional ou pessoal.
 



E. E. PROFESSOR WOLNY CARVALHO RAMOS



ANEXO 1 – MODELO DE CAPA
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


TÍTULO DO TRABALHO

 

NOME (s) DO(s)N ALUNO (s)

 

SÉRIE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANO



ANEXO 2 - MODELO DE FOLHA DE ROSTO
 

E. E. PROFESSOR WOLNY CARVALHO RAMOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TÍTULO DO TRABALHO

 

NOME(s) DO(s) ALUNO(s)

 

SÉRIE

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                           Trabalho apresentado como exigência parcial da disciplina de arte, sob orientação do Prof. Bruno Uesso Martins.

 

 

 

 

 

ANO


 
FOTO DOS AUTORES
 
 
Não obrigatório


ANEXO 3 – EXEMPLOS DE RESUMO E PALAVRAS-CHAVE
 
TÍTULO DO TRABALHO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome(s) do(s) aluno(s)

 

 

RESUMO

 

A leitura de ícones dentro da religião católica era um habito e justificava a presença da imagem pictórica ou escultórica dentro da igreja. Essa leitura, que era tão comum, caiu em desuso com o passar do tempo e com a alfabetização dos indivíduos, que passaram a ler as palavras escritas e deixaram de ler os ícones.

O objetivo dessa pesquisa é retomar a habilidade de leitura iconológica dentro de uma igreja católica e apresenta-la, passo-a-passo, tendo como objeto de estudo a imagem de Nossa Senhora das Graças, presente na Igreja de São Rafael, situada no bairro da Mooca, em São Paulo.

Durante a pesquisa in loco, notamos que os frequentadores da igreja distinguiam as imagens lendo os nomes, que em alguns casos estão gravados aos pés das imagens, ou com a ajuda de algum fiel mais velho ou mesmo da autoridade religiosa que estiver presente.

Esse trabalho tem como base estudos de livros, sites, artigos, pesquisa com populares e com membros da igreja. As principais referências bibliográficas para a pesquisa são de Erwin Panofsky, Alberto Manguel e São João Damasceno.

A leitura do ícone é importante para o entendimento da cultura cristã e das artes sacras. O ícone transmite a todo o momento a história daquele que foi retratado, e devemos ser capazes de lê-las para entender o potencial da arte sacra como transmissora de informação, e não apenas como decoração ou objeto de adoração.

 

PALAVRAS-CHAVE: Ícone, imagem, iconologia, arte sacra, cristianismo, católica, leitura, Nossa Senhora das Graças, igreja, São Rafael

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